terça-feira, 27 de outubro de 2009

Wagner Homem

Autor de “História de Canções – Chico Buarque”, 3º lugar dos mais vendidos, fala sobre o livro, política, Chico, “causos” e projetos futuros; Confira a entrevista exclusiva ao ONNE
por Mirella Fonzar e Solange Fonzar, redação ONNE
 
Wagner Homem, autor do livro Histórias de Canções – Chico Buarque, nem parece estar ocupando os primeiros lugares nas listas dos livros mais vendidos de não ficção dos principais jornais e revistas do país. Acessível e simpático, o autor nos encontrou no Conjunto Nacional, em São Paulo, para uma conversa agradável de final de tarde. Durante a entrevista, atendeu um telefonema da editora com a notícia que estava em 3º lugar na lista da revista Veja dos mais vendidos da semana. Disse que não esperava, pediu licença para ligar pra casa e contar a novidade. Tranquilo, sorridente e cheio de histórias para contar, Homem passou algumas horas conosco falando sobre o livro, política, “causos” e projetos futuros. Nem ele percebeu, mas a mesa ao lado comia em silêncio para ouvir o que ele dizia. Saímos de lá com gosto de quero mais, e entendemos porque ele é amigo de Chico Buarque, Toquinho e de todo mundo. Confira a entrevista exclusiva de Wagner Homem ao ONNE. 
     
(Foto: Mirella Fonzar)

ONNE - Como você conheceu Chico Buarque?
Wagner Homem - O Chico pessoalmente eu vi pela primeira vez, fora em shows, num lançamento de um livro dele chamado "A Bordo do Rui Barbosa". Um livrinho de poemas ilustrado pelo Vallandro Keating, amigo de faculdade dele. Acho que foi a única vez que o Chico fez uma noite de autógrafos. Foi no café Piu-piu, no Bexiga, na capital paulista, em 1982. Eu me lembro que aquilo era um horror de gente. Imagine com Chico lá dentro? Bom, eu sei que eu fui. Mas, a única coisa que vi do Chico foi a "mãozona" dele. Uma mão imensa. Ai, em 1989 quando a Companhia das Letras foi fazer o primeiro songbook do Chico, chamado Chico Buarque - Letra e Música, eu fui o responsável por organizar as letras. Eu descobri que tinha muito material, até coisas que já eram raras. Depois quando fui indicado para fazer esse livro, eu o conheci pessoalmente. O Chico é uma pessoa doce, não tem nada de tímido como dizem. Ele é reservado, é diferente.

ONNE - O Chico e alguns amigos te conhecem como Cachorrão. Qual a história do apelido?
WH -
É um apelido de natação. Há muito tempo eu era nadador, muito medíocre pra te falar a verdade. E numa determinada prova eu estava em terceiro lugar e se eu chegasse numa posição melhor toda a equipe seria campeã. Um companheiro de equipe, o Pardão, hoje médico em São José do Rio Preto, corria na beira da piscina e falava: Vai cachorrão, vai! Assim ganhei a prova e a equipe foi campeã. O apelido pegou de uma maneira brutal. Ele era mestre de colocar apelido. Quando vim pra São Paulo, um amigo acabou divulgando e hoje todo mundo me conhece como Cachorrão. É um orgulho ter esse apelido, o Jair Rodrigues também é chamado de Cachorrão.

ONNE - Como você caiu na internet e começou a fazer o site do Chico?
WH -
Sou de Catanduva, interior de São Paulo, sai de lá com 17 anos. Vim para São Paulo fazer teatro, mas não deu certo por que não tinha “bolso”. Os atores na época morriam de fome. Fiz faculdade de Administração de Empresas e fui conhecer direito a informática quando trabalhei como Analista de Sistemas num banco. Comecei a gostar da informática voltada ao usuário final. Bom, foi assim que cai na grande rede. É como cair na vida, né? Coitado, caiu na informática. (Risos). Enfim, 10 anos se passaram, quando já existia internet, eu propus ao Chico fazer o site dele. Ele topou, eu fiz, e de lá pra cá, eu administro esse site. É um trabalho meio incessante, você não para. Todo dia você descobre uma coisa nova. Embora o Chico não produza mais tanto, descubro muita coisa antiga, que não sabia.

ONNE - E hoje, você se considera um jornalista, um administrador ou um analista de sistemas?
WH -
Você faz cada pergunta difícil... (risos). Hoje eu sou um escritor. Escrevi um livro, tenho propostas de continuar essa coleção, Histórias de Canções.

ONNE - Então podemos esperar o próximo História de Canções de quem? Maria Bethânia?
WH -
Apesar de fazer o site da Maria Bethânia, a única pessoa com quem falei até o momento foi o Toquinho. Ainda não tem nada certo, mas já conversamos. Ele não se opôs. O Toquinho é um personagem legal, pois ao lado vem histórias de Vinicius também. Claro que Vinicius morreu há muito tempo e Toquinho tem uma carreira, continua produzindo, mas, eles tiveram 11 anos de sucesso e acumulam centenas de músicas e histórias. Algumas mentirosas, mas sendo boa, tá bom, não é? (risos).

ONNE - Como surgiu a idéia de lançar um livro sobre as histórias de canções?
WH -
Na verdade, ao trabalhar com o site eu fui acumulando e desenvolvendo essa percepção que as pessoas tinham curiosidade e se interessavam por essas histórias. Além disso, eu mesmo ia descobrindo novas histórias e ficava admirado com elas. Ai um dia eu disse, “tá na hora de reunir esse material”. Falei com o Pascoal Soto, que é o editor da Leya. A Leya é o maior grupo editorial de língua portuguesa do mundo. E ao se instalar no Brasil pretende se tornar uma referência nas publicações de língua portuguesa. Ai, falei com o Pascoal, ele adorou a ideia, falei com o Chico, ele topou imediatamente, mas sempre com aquelas condições. “Tudo bem, só que eu não posso trabalhar.” Ai eu respondi, “algum trabalho você vai ter que ter”. Quando propus isso ao Chico, em agosto do ano passado, ele ainda estava escrevendo o Leite Derramado. Só em fevereiro mandei o livro pra ele. Li no jornal que ele havia terminado o livro e que estava em fase de revisão. Mandei, achei que ele iria demorar, mas semanas depois, ele leu, respondeu, fez algumas observações.

ONNE - Alguma coisa foi censurada?
WH -
Absolutamente nada. Achei que ele fosse censurar algumas histórias, mas não.

ONNE - Qual a história mais curiosa para você?
WH -
Eu gosto de uma em especial. Meu Caro Barão é uma música infantil feita pro filme Saltimbancos Trapalhões. No filme, os trapalhões são faxineiros do circo. O barão, o dono do circo, foge com o dinheiro, e os saltimbancos acham uma maquina de escrever, e resolvem escrever uma carta para ele. Então a música é meio onomatopéica, com o barulho da máquina de escrever. Os saltimbancos não sabiam usar nem a máquina, nem o português corretamente. Então o genial da música é quando o Chico revela que eles não sabem acentuar, nem achar o acento na máquina, e tira o acento de algumas palavras, em geral proparoxítonas para rimar com paroxítonas... “Onde quer que esteja / Meu caro Barão / São Brás o proteja / O santo dos ladrão.” E por aí vai. Genial. Vale a pena ouvir. Ai um dia o Chico me liga e fala, “ta com o livro ai na mão? Vai à página tal” e era a página do Meu Caro Barão. Ele perguntou, “quem colocou acento na música?” (risos) O revisor! Eu fico imaginando o revisor chegando em casa e falando pra mulher: “Aquele Chico Buarque deve ser um analfabeto”. (risos)

ONNE - Grande parte das histórias do livro se concentra na época da ditadura militar brasileira. Você acha que a censura acentuava a criatividade do Chico? 
WH -
Não. Censura não faz bem pra ninguém, nunca. O que ocorre é que as pessoas eram obrigadas a lutar contra o sistema de alguma maneira. Mas, em hipótese alguma ela estimula a criação. Ela estimula artifícios, para liberar a criação. Evidente que alguns se saíram muito bem. Mas a censura não tem nada a ver com criação. Jamais. A censura é ruim sempre.

ONNE - Você acha que teve alguma mudança na obra do Chico após a queda da ditadura?
WH -
Eu acho que sim. Eu acho que ele se livrou, ou tenta se livrar até hoje, dessa marca de ser um paladino, um representante. Não, ele era um cara que trabalhava e queria trabalhar, quando pisaram no seu calo, ele começou a chiar. Mas, na verdade o Chico mesmo diz que a única música de protesto dele é Apesar de Você. As outras não são de protesto.

ONNE - “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia.”, esse amanhã tão esperado por artistas como Chico Buarque chegou? 
WH -
Acho que sim, estamos próximos. Nos últimos anos, depois da redemocratização, goste ou não goste deste ou daquele presidente, o Brasil evoluiu. A gente entrou numa democracia de fato, tirando as palhaçadas é claro. Desse ponto de vista não há o que negar, a gente está num regime democrático. Felizmente, todo mundo produz, todo mundo protesta, todo mundo cresce. Não tenho dúvidas que melhoramos. Se é o ideal? Claro que não. Mas, acho que o Brasil melhorou muito. Ainda não é o outro dia completo, mas se não floresceu, está florescendo.

ONNE - Você acha que a democracia mudou o sentido de ideologia política do brasileiro?
WH -
Eu acho que hoje as pessoas são menos politizadas ou são politizadas de uma outra maneira. Naquela época era muito fácil fazer política, você era assim ou era “assado”. Hoje esse binômio não existe mais. Quando você está num pluripartidarismo tem de tudo, tanto na política, como na música, no teatro... Então, acho que hoje você vive um mundo mais plural, mais cheio de alternativas, mais segmentado. A gente que ainda não descobriu como analisar essa politização.  

ONNE - E você, na época de estudante participou de algum movimento?
WH -
Agora a gente pode falar, né? (risos). Fui militante, fui líder estudantil, secundarista, mas nunca fui filiado a nenhum partido. Eu me lembro que no dia que decretaram o AI 5, 13 de dezembro de 1968, eu estava chegando a Salvador para um congresso de UBES (União Brasileira dos estudantes secundaristas), congresso que, evidentemente, não houve por causa do AI 5. Eu passei 3 dias escondido numa casa, que por sorte era de uma mulher da Polícia Civil. E eu morria de medo, mas ela avisou pra ficarmos tranquilos. Enfim, não fui preso. Mas tive amigos presos, amigos mortos... Tudo que um cidadão de 58 anos pode ter passado naquela época.

ONNE - O que você acha da música e da literatura de hoje? Existe um novo Chico Buarque ou Vinícius de Moraes?
WH -
Primeiro, eu não sei se o mundo precisa de um novo Vinicius, um novo Chico. Lá atrás eles eram novidades. E o mundo precisa de novidades. Não sei se há lugar para um novo Vinicius ou Chico. Mas, certamente está rolando como sempre rolou. Gente boa, gente nova. Só não me pergunte quem, que eu não saberia te dizer. Uma coisa que me chamou muita atenção foi acompanhar a Gal, num show aberto em Jundiaí (SP). O show era só Bossa Nova. E eu ficava olhando pra platéia que misturava gente velha, gente nova, meia idade, e todo mundo cantava. Algo, que toca tão pouco em rádio, não sei é um milagre da música brasileira.

ONNE - Quais são suas referências musicais e literárias, além do Chico?
WH -
Na literatura? Machado de Assis. Dos novos? João Ubaldo, Jorge Amado. Gosto muito de um cara pouco conhecido, Carmo Bernardes, um escritor brasileiro que escreve sobre o interior de Goiás. Era um defensor ardoroso da fauna e da flora brasileira, principalmente do cerrado.

ONNE - O que você achou da última produção cinematográfica baseada na obra Budapeste de Chico Buarque? Achou a adaptação fiel?
WH -
Para mim é muito complicado falar de qualquer coisa do Chico. Eu sou suspeito. Mas gostei bastante. É claro que não podemos comparar o livro com o filme. Na verdade nunca. Nem com o Chico, nem com livro nenhum. São duas artes distintas, a literatura tem outra abordagem. É outra viagem. Na literatura você viaja sozinho, o cara que escreve é só um condutor. Mas, as imagens você cria. No cinema, você tem a mão do diretor para te guiar. Eu gostei de Budapeste, achei um filme bonito.

ONNE - E sobre Leite Derramado, será outra obra prima da literatura brasileira?
WH -
Se não entrar é por que os caras são muito burros! (Risos) Pra mim já entrou. Olha, Leite Derramado eu li umas três vezes seguidas. Uma das vezes eu disse, “eu ainda vou pegar um erro nesse trem aqui”. Não peguei nada! Pelo contrário, descobria coisas maravilhosas, o uso das palavras, tudo.

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Desvendando Chico

  

    sábado, 24 de outubro de 2009

    Desvendando Chico

    por Solange Fonzar

    Curador do site de Chico Buarque lança biografia sobre o músico*

    *Este post foi publicado originalmente no MSN ONNE - estilo de vida 

     

    Já está nas livrarias, pela editora Leya, o livro “Histórias de Canções: Chico Buarque” do autor Wagner Homem - curador do site oficial de Chico Buarque, que durante anos recebeu milhares de perguntas e comentários de fãs sobre as curiosas letras do compositor brasileiro.
    “Quem foi Beatriz? E Carolina? Para quem foi feita essa ou aquela canção?” Essas e mais perguntas são respondidas pelo autor, que conta uma centena de histórias divididas por períodos distintos, além de narrar fatos inéditos sobre os parceiros envolvidos nas músicas de Chico. Para os fãs é de fato mais uma forma de se sentirem perto do ídolo de olhos azuis. 
    Chico Buarque dispensa comentários. É um grande artista e mesmo para quem não é fã, ele é um grande personagem. Dono de um talento excepcional, o músico, escritor e poeta faz parte da história brasileira. Para quem se interessa em conhecer um pouco mais sobre o artista, vale a pena conferir essa e algumas das outras obras biográficas e autorais. Veja! 
             
    (Capa: Divulgação)

    Histórias de Canções – Chico Buarque
    Autor:
    Wagner Homem
    Wagner Homem é o editor responsável pelo site do Chico Buarque. Além disso, é amigo do Chico há anos. Desde então, coleciona as histórias das canções de um dos maiores compositores da MPB. Neste livro, o jornalista nos conta com detalhes esses causos que os admiradores do cantor querem tanto saber, e assim formando uma biografia do Chico – algo diferente do que existe nas prateleiras das livrarias. Sua proximidade com Chico nos presenteia com informações curiosas e interessantes, como essa, sobre a música “Com açúcar e com afeto”: “É a primeira canção em que Chico assume a posição feminina, revelando a capacidade que se tornaria uma das suas marcas registradas. Foi composta por encomenda de Nara Leão, que gostava muito de cantar músicas ‘onde a mulher fica em casa chorosa, e o marido na rua, farreando’.”
          
    (Capa: Divulgação)

    Leite Derramado
    Autor:
    Chico Buarque
    No livro Leite Derramado, de 2009, o personagem Eulálio está num leito de hospital. Membro de uma tradicional família brasileira, ele desfia, num monólogo dirigido à filha, às enfermeiras e a quem quiser ouvir, a história de sua linhagem desde os ancestrais portugueses, passando por um barão do Império, um senador da Primeira República, até o tataraneto, garotão do Rio de Janeiro atual. A fala desarticulada do ancião cria dúvidas e suspenses que prendem o leitor. O discurso da personagem parece espontâneo, mas o escritor domina com mão firme as associações livres, as falsidades e os não ditos, de modo que o leitor possa ler as entrelinhas. Percorre todo o livro a paixão mal vivida e mal compreendida do narrador por uma mulher. 
           
    (Capa: Divulgação)

    A Imagem do Som de Chico Buarque
    Organização:
    Felipe Taborda

    O livro A Imagem do Som de Chico Buarque é segunda publicação decorrente do projeto A Imagem do Som, que homenageia os principais compositores brasileiros através de criações de artistas. São artistas contemporâneos de diversas áreas como: artes plásticas, cinema, fotografia, design, quadrinhos, etc. No volume sobre o Chico Buarque podemos conferir a leitura de 80 canções através de Daniela Thomas, Jaguar, Arnaldo Antunes, Cildo Meireles, Mario Cravo Neto, Adriana Varejão, Guto Lacaz, entre outros. A organização é do designer gráfico Felipe Taborda. Fazem parte desta coleção os títulos (em ordem de lançamento): Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Tom Jobim, Rock-Pop brasileiro Dorival Caymmi, Música Popular Brasileira e Samba.  
    Histórias de Canções – Chico Buarque
    Editora: Leya
    Preço:
    R$ 44,90



    Leite Derramado
    Editora:
    Companhia das Letras

    Preço: R$ 36,00


    A Imagem do Som de Chico Buarque
    Editora:
    Francisco Alves

    Preço: R$ 63,00
                   

    O Símbolo Perdido

    por Solange Fonzar

    Novo livro do best-seller é lançado em inglês*

    *Este post foi publicado originalmente no MSN ONNE - estilo de vida 



    (Capa: Divulgação)

    O novo livro do autor Dan Brown, que espera para ser impresso em português, foi lançado em inglês. Esperado ansiosamente por fãs ao redor do mundo, o romance leva o título de The Lost Symbol (O Símbolo Perdido) e é a nova aposta da indústria para alavancar as vendas do setor.
    Com uma tiragem inicial de 6,5 milhões de exemplares em inglês, a editora espera o mesmo sucesso do seu livro anterior, o Código Da Vinci, que vendeu 81 milhões de cópias desde 2003 e teve tradução para mais de 50 idiomas. A edição brasileira está prevista para o dia 4 de dezembro com uma tiragem de 400 mil exemplares (nada mau para uma primeira edição, que no geral sai com 3 mil cópias!).
    O livro tem como protagonista novamente o professor de simbologia Robert Langdon. A história se passa em Washington, num intervalo de doze horas falando sobre a maçonaria. Tem pistas na arquitetura, quebra cabeças e tem também como vilão, um outro tipo estranho, desta vez no lugar do homem albino, um sujeito coberto por tatuagens. A fórmula do sucesso parece a mesma, mesmo assim, a obra já entrou para a história como a maior pré venda de um livro para adultos. Confira a seguir, a lista dos livros de Dan Brown, disponíveis no mercado brasileiro.
       
    (Capa: Divulgação)

    Fortaleza Digital

    Em Fortaleza Digital, Brown mergulha no intrigante universo dos serviços de informação e ambienta sua história na ultra-secreta e multibilionária NSA, a Agência de Segurança Nacional americana, mais poderosa do que a CIA ou qualquer outra organização de inteligência do mundo. Quando o supercomputador da NSA, até então considerado uma arma invencível para decodificar mensagens terroristas transmitidas pela Internet, se depara com um novo código que não pode ser quebrado, a agência recorre à sua mais brilhante criptógrafa, a bela matemática Susan Fletcher. Presa numa teia de segredos e mentiras, sem saber em quem confiar, Susan precisa encontrar a chave do engenhoso código para evitar o maior desastre da história da inteligência americana e para salvar a sua vida e a do homem que ama.
         
    (Capa: Divulgação)

    Anjos e Demônios

    Antes de decifrar O Código Da Vinci, Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em Anjos e Demônios, quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura macabra no corpo da vítima – um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo – é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos. Em Anjos e Demônios, Dan Brown demonstra novamente sua habilidade de misturar suspense com informações sobre ciência, religião e história da arte, despertando a curiosidade dos leitores para os significados ocultos deixados em monumentos e documentos históricos.
               
    (Capa: Divulgação)

    Ponto de Impacto

    Quando um novo satélite da NASA encontra um estranho objeto escondido nas profundezas do Ártico, a agência espacial aproveita a descoberta para contornar uma série crise econômica e de credibilidade, gerando sérias implicações para a política espacial norteamericana e, sobretudo, para a iminente eleição presidencial. Com o objetivo de verificar a autenticidade da descoberta, a Casa Branca envia a analista de Inteligência Rachel Sexton para o local. Acompanhada por uma equipe de especialistas, incluindo o carismático pesquisador Michael Tolland, Rachel se depara com indícios de uma fraude científica que ameaça abalar o planeta com uma revelação. Antes que Rachel possa falar com o presidente dos Estados Unidos, ela e Michael são perseguidos por assassinos profissionais controlados por uma pessoa que é capaz de tudo para encobrir a verdade. Em uma fuga desesperada para salvar suas vidas, a única chance de sobrevivência para Rachel e Michael é desvendar a identidade de quem se esconde por trás de uma conspiração sem precedentes.
                   
    (Capa: Divulgação)

    O Código Da Vinci – Edição Especial Ilustrada

    O Código Da Vinci, com uma versão cinematográfica, vem fascinando milhões de leitores ao redor do mundo com sua envolvente trama policial, que mistura informações sobre arte, religião e rituais secretos. Com 160 ilustrações e impressão colorida, esta edição especial reproduz os símbolos, obras de arte, monumentos arquitetônicos e localidades históricas citados ao longo do livro. Dos segredos ocultos na Monalisa e na Última Ceia aos símbolos do antigo Egito e a marcos de referência como o Louvre e a Capela Rosslyn, as imagens reunidas aqui vão lançar novas luzes e suscitar outros questionamentos sobre o romance de Dan Brown, tornando sua leitura ainda mais fascinante.
    • Fortaleza Digital
      Autor: Dan Brown
      Editora: Sextante
      Preço Sugerido: R$ 19,90

      Anjos e Demônios
      Autor: Dan Broun
      Editora: Sextante
      Preço Sugerido: R$ 29,90

      Ponto de Impacto

      Autor: Dan Broun
      Editora: Sextante
      Preço Sugerido: R$ 29,90

      O Código Da Vinci – Edição Especial Ilustrada
      Autor: Dan Broun
      Editora: Sextante
      Preço Sugerido: R$ 29,90

      The Lost Symbol
      Autor: Dan Broun
      Editora: Doubleday
      Preço Sugerido: R$ 70,44
                      

    Silvana Rubino


    por Solange Fonzar

    Confira a entrevista exclusiva do ONNE com a socióloga e autora do livro sobre Lina Bo Bardi, arquiteta que projetou o MASP em São Paulo*

    *Este post foi publicado originalmente no MSN ONNE - estilo de vida 

     

    Capa do livro. (Foto: Divulgação)

    A socióloga Silvana Rubino, professora doutora do Departamento de História da Unicamp, irá lançar o livro Lina Por Escrito, que reúne textos da arquiteta Lina Bo Bardi – responsável pelos emblemáticos projetos do MASP e SESC Pompeia, em São Paulo, e do Museu de Arte Moderna na Bahia.
    A publicação, que será lançada oficialmente em agosto num evento no próprio MASP, é a primeira dedicada aos textos de Lina Bo Bardi e promete revelar como a arquiteta ítalo-brasileira traduziu seu universo criativo em palavras. Publicados originalmente em revistas como as italianas Lo Stile, Grazia, Domus e A - Cultura della Vita, os 33 artigos reunidos propõem novos conceitos para temas como habitação, mobiliário, arte popular, museologia, restauro, educação e políticas culturais.
    Além de reunir os textos, a autora Silvana Rubino aplicou desenhos originais, fotografias e obras gráficas da própria arquiteta, incluindo alguns layouts empregados em suas publicações. Segundo a socióloga, seu livro traduz um pouco desta mulher que foi peça-chave na constituição de um olhar moderno sobre a cultura, tanto na Itália como no Brasil. Confira a entrevista exclusiva do ONNE com a autora Silvana Rubino.


    ONNE - Quais outros livros você publicou? Fale um pouco de você.
    SR -
    Por enquanto, publiquei artigos sobre patrimônio, arquitetura, revitalização de áreas urbanas. Sou professora do Departamento de História da Unicamp, e também dou aulas no curso de AU da mesma universidade. Fui conselheira do Condephaat e atualmente pesquiso mulheres arquitetas, engenheiras e designers. Vamos ver se consigo colocar um pouco de luz na obra dessas profissionais.

    ONNE - Como surgiu a ideia do livro sobre Lina Bo Bardi?
    SR -
    A ideia partiu de uma conversa minha com a Cris Fino, que era a editora de arquitetura da Cosac & Naify. Eu tinha feito um doutorado sobre a Lina e pensava em editar, mas teria de mexer no texto (ainda não editei, mas pretendo). Conversando com a Cris, nos demos conta de que havia uma lacuna, um livro com textos de uma arquiteta que escreveu muito, que tinha na escrita uma parte importante do seu trabalho. Nesse momento a arquiteta Marina Grinover veio somar-se à dupla e o resultado foi muito bom.

    ONNE - Tudo o que a arquiteta publicou faz parte deste livro? Qual o seu texto preferido?
    SR -
    Fiz uma seleção de uns poucos textos e fui aumentando. Em algum momento pensamos em publicar tudo, mas depois vimos que haviam textos repetidos e fechamos a seleção em 33. Por isso, fizemos uma seleção que abrangesse diversos temas. Meu texto preferido é a aula que ela deu na Bahia em 1958, pois foi o que começou a me ajudar a entender de fato o trabalho e as posturas públicas da Lina.

    ONNE - Fale um pouco mais sobre Lina.
    SR -
    Lina era uma arquiteta italiana, formada em Roma, que fez sua carreira praticamente no Brasil. Projetou muito, mas não construiu tanto assim. Mas seus projetos são tão emblemáticos! Você imagina a Paulista sem o MASP? Nem eu e nem ninguém. E além de projetar, ela fez cenário, museologia, ilustração, editou revistas, escreveu textos. Era radical em suas posturas, firme. E, nunca é demais lembrar, uma presença feminina numa profissão tão masculina como a arquitetura.

    ONNE - O livro traz as polêmicas tão famosas da arquiteta?
    SR -
    Sim, traz. Isso é um aspecto bem legal. Nele temos Lina se posicionando em relação à cultura brasileira, preservação, arquitetura moderna etc. E muitos desses posicionamentos são polêmicos, mas não só. Podem ser generosos, includentes, propositivos.

          
    Lina na sala da Casa de Vidro, 1952. (Foto: Divulgação)

    ONNE - Por que dizem que este livro é uma homenagem para a Lina?
    SR -
    Não sei. Talvez porque a melhor homenagem que podemos fazer a uma figura pública é mostrar seu trabalho. Pelo menos eu vejo assim.

        
    Lina Bo Bardi, 1947. (Foto: Divulgação)
                 
    ONNE - Indicaria este livro para ser lido por leigos? Por quê?
    SR - Sim, pois ela fala pro Brasil que ela conheceu, não apenas pra os arquitetos.

    ONNE - Quais livros você indica sobre ela, para ver e para ler?
    SR -
    Além do meu é claro, o livro editado por Marcelo Ferraz, Lina Bo Bardi (editora Imprensa Oficial, R$ 140), e Cidadela da Liberdade (edição instituto Lina Bo Bardi, R$ 52), que é sobre um dos projetos mais lindos, o SESC Pompéia.

    LINA POR ESCRITO (208 páginas)
    Organização: Silvana Rubino e Marina Grinover
    Editora: Cosac Naif
    Preço Sugerido: R$ 59

    Evento de lançamento
    MASP - São Paulo / SP
    25 de agosto às 19h30
    Debate: Marcelo Carvalho Ferraz, Guilherme Wisnik e Silvana Rubino

    Vampiros

    por Solange Fonzar, colunista ONNE

    Diretor de cinema e escritor lançam livro que promete reinventar a mitologia vampiresca*

    *Este post foi publicado originalmente no MSN ONNE - estilo de vida



    (Foto: Ilustrativa)

    Em agosto será lançado no Brasil, pela Editora Rocco, o primeiro livro da Trilogia da Escuridão - escrito pelo já conhecido Guillermo Del Toro (diretor de Hellboy, Blade II e O Labirinto do Fauno) em parceria com Chuck Hogan (autor de vários romances e ganhador do Prêmio Hammett 2005). O livro se chama Noturno (The Strain) e traz de volta os vampiros ameaçadores, num ritmo bem atual. Além de abordar as relações com as origens bíblicas e os relatos científicos.
    O vampiro é um personagem muito comum na literatura de ficção e horror. No entanto, apesar das características parecidas (beber sangue humano para sobreviver, etc), existem diferentes versões para a lenda.  A intenção dos autores da Trilogia da Escuridão é reinventar a mitologia vampiresca, que ao longo da história teve várias caras.
    Escritores clássicos como Goethe, Baudelaire, Arthur Conan Doyle e Voltaire já haviam explorado o tema tempos atrás. Mas a história mudou, e muito. Desde o sanguinário e vilão Drácula, de Bram Stoker (em "Drácula" se definiu como uma pessoa se torna vampiro e como são os hábitos noturnos dos homens morcego), até o vampiro bonzinho e casto Edward Cullen, herói na saga Crepúsculo de Stephen Meyer, foi um longo caminho.
    A saga Crepúsculo (Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer), quatro dos cinco livros de ficção mais vendidos no Brasil em 2009, veio para engrossar as lendas contemporâneas sobre o tema, que inclusive já vinham ganhando uma nova cara depois das Crônicas Vampirescas de Anne Rice. Será que Guillermo Del Toro e Chuck Hogan conseguirão reinventar a mitologia? Bom, esperaremos para ver.

    Para quem se interesssa pelo tema, a dica é procurar por diferentes autores para entender melhor sobre o assunto. Veja algumas sugestões abaixo.

    Para entender:
    O Vampiro Antes de Drácula (Martha Argel e Humberto Moura) - Editora Aleph / R$ 46 

    Lendas de Sangue: O Vampiro na História e no Mito (Flavia Idriceanu) - Editora Madras / R$ 36,90
    Vampiros: A Verdade Oculta (Konstantinos) - Editora Madras / R$ 29,90

    Os nacionais:
    Os Sete (André Vianco) - Editora Novo Século / R$ 39,90
    Relações de Sangue: O Vampiro de Cada Um (Martha Argel) - Editora Novo Século / R$ 49 

    Sétimo (André Vianco) - Editora Novo Século / R$ 25

    Os estrangeiros:

    A Hora do Vampiro (Stephen King) - Editora Objetiva / R$ 39,90
    O Historiador (Elizabeth Kostova) - Editora Suma das Letras / R$ 54,90
    Marcada (P. C. Cast, Kristin Cast) - Editora Novo Século / R$ 34,90
    Para jogar RPG:

    Livro do Clã Nosferatu (Robert Hatch) - Editora Devir / R$ 24 

    Vampiro: a Máscara (Justin Achilli) - Editora Devir / R$ 29,50

    Para crianças:

    Série: O pequeno vampiro / 15 livros (Angela Sommer Bodenburg) - Editoras Martins Fontes e WMF / Entre R$ 27 e R$ 21,50 

    Vampyro: O Terrível Diário perdido do Dr. Cornelius (Cornelius Van Helsing) - Editora Novo Século / R$ 69,90
                          

    Sexo nos livros

    por Solange Fonzar

    Confira alguns clássicos da literatura erótica, segundo nossa colunista*

    *Este post foi publicado originalmente no MSN ONNE - estilo de vida  

     

    Que tal uma leitura mais picante? Para quem não sabe, o erotismo e o sexo sempre deram as caras na literatura, mesmo sendo um tema muitas vezes desprezado, combatido e considerado tabu. De Safo, poetisa da ilha de Lesbos passando por Lisístrata de Aristófanes, Satiricon de Petronius, Decamerão de Boccaccio, até Charles Dickens, Carlos Drumond e tantos outros autores conhecidos, ou nem tanto, este tipo de literatura pode instigar a imaginação das pessoas e dar um up na vida sexual. Mas, se você tem vergonha de ler, saiba que os criadores desta obras consideradas “indecentes”, nem sempre são pessoas vulgares. Alguns autores célebres fazem acender a libido com poucas palavras. Pensando nisso, separamos alguns livros clássicos sobre o tema. Veja!
          
    (Foto: Divulgação)

    Fanny Hill

    Fanny Hill ou Memórias de Uma Mulher de Prazer, considerado o primeiro romance erótico moderno, é também um dos grandes retratos da Europa do século dezoito. Em formato de cartas e narrado em primeira pessoa pela jovem Fanny Hill, o livro surpreende pela prosa sensual de Cleland e pelo estilo e elegância que o autor emprega ao contar as aventuras de iniciação sexual de uma jovem, nem tão inocente assim que, órfã aos quinze anos, vai para Londres tentar a vida e acaba se tornando uma requisitada cortesã. O livro, entretanto, demorou a ser reconhecido pela crítica, que somente nos últimos anos conferiu-lhe a devida importância. 
         
    (Foto: Divulgação)

    O Amante de Lady Chatterley

    Considerado obsceno, O Amante de Lady Chatterley foi publicado clandestinamente em 1928, na França, e sua circulação foi proibida na Inglaterra até 1960 quando o livro saiu vitorioso de uma grande batalha judicial. Tendo como cenário a Inglaterra conservadora do início do século XX, este romance explora abertamente o amor e o sexo, rompendo as convenções sociais e as relações de classe. O autor glorifica a alegria dos corpos durante o sexo ao narrar a história de Constance Reid, uma bela mulher que se casa com um oficial inglês. Logo após a lua-de-mel ele é chamado para uma das frentes de batalha da Primeira Guerra e retorna numa cadeira de rodas. Após a limitação física do marido, os desejos sexuais arrebatadores da personagem são satisfeitos pelo amante, um dos empregados da família. 
          
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    Trópico da Câncer

    O primeiro e mais famoso romance de Henry Miller. Trópico de Câncer, publicado no ano de 1934, em Paris, foi imediatamente proibido em todos os países de língua inglesa. Tachado como pornográfico, o livro, assim como seu sucessor Trópico de Capricórnio, só foi liberado nos Estados Unidos e na Inglaterra na década de 60, aclamado como parte da revolução sexual. Polêmicas à parte, Trópico de Câncer foi celebrado pelos maiores intelectuais da época e se tornou um dos grandes clássicos da literatura americana. O livro traz um relato autobiográfico e autêntico de Miller, que chega a Paris após abandonar nos EUA um casamento arruinado e uma carreira estagnada. Mesmo sem um centavo no bolso, Henry Miller é apresentado à boemia francesa e redescobre seu próprio talento em dias e noites de liberdade e alegria sem fim. 
             
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    História de O

    A História de O, da autora francesa Pauline Réage, é uma novela sadomasoquista que veio a público poucos anos antes da morte da autora. Obra-prima do erotismo, o livro foi lançado na França, em 1954. Neste clássico do sadomasoquismo, a jovem O, fotógrafa parisiense de moda, se deixa torturar sexualmente para obedecer a seu amante, que diz amá-la tanto quanto ela a ele. Em fevereiro de 1955, o livro ganhou o prêmio francês de literatura Prix des Deux Magots, embora isso não tenha evitado que as autoridades francesas acusassem o editor de obscenidade. As acusações foram rejeitadas pelos tribunais, mas um boicote publicitário ocorreu durante longos anos.
               
    (Foto: Divulgação)

    Lolita

    De um lado, um homem de meia-idade, obsessivo e cínico. De outro, uma garota de doze anos, perversamente ingênua. A química se faz e dá origem a uma obra-prima da literatura do nosso século. Lolita é chocante, desafia tabus, escandaliza. O livro foi incorporado ao imaginário coletivo da modernidade, e até o nome da personagem tornou-se um substantivo corrente, provas do alcance e da genialidade do autor.

    • Autor: John Cleland
      Editora: Estação Liberdade
      Preço: R$ 45,80

      Autor: David Herbert Lawrence
      Editora: Best Seller
      Preço: R$ 19,90

      Autor: Henry Miller
      Editora: José Olympio
      Preço: R$ 40

      Autor: Pauline Reage
      Editora: Ediouro
      Preço: R$ 42,90
      Autor: Vladimir Nabokov
      Editora: Compania das Letras
      Preço: R$ 51,50
                


    Bernard Cornwell

    por Solange Fonzar

    Best seller virá ao Brasil para participar da Bienal do Livro do Rio*

     *Este post foi publicado originalmente no MSN ONNE - estilo de vida 

    (Foto: Divulgação) 

    Considerado um dos mais importantes escritores britânicos da atualidade, o best seller Bernard Cornwell virá ao Brasil para participar da Bienal do Livro do Rio de Janeiro. O bate papo denominado, Mundos Históricos, Mundos Imaginários, acontecerá no Auditório Euclides da Cunha no dia 11 de setembro às 19h30, e terá como mediadora Celina Portocarrero.
    Com mais de 40 livros publicados em mais de 16 idiomas, o autor é apaixonado por história e se destaca por misturar em suas obras, autenticidade histórica com personagens fictícios. Seus romances alcançaram rapidamente o topo das listas de mais vendidos em vários países, com mais de 4 milhões de exemplares comercializados em todo o mundo.
    Além da participação no evento, a vinda do escritor ao Brasil lançará oficialmente seu novo romance, Azincourt. O livro narra a história do arqueiro inglês Nicholas Hook durante a batalha Azincourt, uma das mais grandiosas da História. Segundo informações divulgadas pelo próprio autor, o lançamento do livro é uma grande realização pessoal, pois Cornwell sempre quis escrever sobre o tema.
           
    (Foto: Divulgação)

    Veja a seguir a lista do que já foi publicado no Brasil:


    • Azincourt, O Condenado e Stonehege - Grandes obras, que não pertencem a nenhuma trilogia ou série.

    • A trilogia As Crônicas de Artur (O Rei do Inverno, O Inimigo de Deus, Excalibur) – Considerado o melhor trabalho do autor e também seu favorito, o livro conta a lenda de Artur sob um ponto de vista historicamente possível.

    • Trilogia A Busca do Graal (O Arqueiro, O Andarilho, O Herege) - Em plena Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra, o arqueiro inglês Thomas de Hookton cai na trilha do lendário Santo Graal e quer vingar a morte de seu pai assassinado.

    • Série As aventuras de Sharpe (O Tigre de Sharpe, O Triunfo de Sharpe, A Fortaleza de Sharpe, Sharpe em Trafalgar, A Presa de Sharpe, Os Fuzileiros de Sharpe, A Devastação de Sharpe, num total de 21 livros, sendo 14 ainda inéditos no Brasil) - Os livros são sobre as aventuras do personagem Richard Sharpe no exército britânico durante o período Napoleônico, desde recruta na Índia até se tornar tenente-coronel em Sharpe's Waterloo.

    • Série: As Crônicas Saxônicas (O Último Reino, O Cavaleiro da Morte, Os Senhores do Norte, A Canção da Espada e The Burning Land, ainda não lançado no Brasil) - Os livros narram a invasão dos Vikings na Inglaterra do século X, a história de Alfredo, o Grande vista pelos olhos de Uhtred, aristocrata inglês educado por vikings.

    Editora Record:
    Azincourt - R$ 47,50
    O condenado - R$ 52,90
    Stonehege - R$ 44,90
    Trilogia As Crônicas de Artur: O Rei do Inverno - R$ 44,90, O Inimigo de Deus R$ 44,90, Excalibur R$ 44,90
    Trilogia A Busca do Graal: O Arqueiro R$ 49,90, O Andarilho R$ 52,90, O Herege R$ 49,90
    Série As aventuras de Sharpe: O Tigre de Sharpe R$ 47,90, O Triunfo de Sharpe R$ 47,90, A Fortaleza de Sharpe R$ 47,90,  Sharpe em Trafalgar R$ 52,90, A Presa de Sharpe R$ 47,90, Os Fuzileiros de Sharpe R$ 47,90, A Devastação de Sharpe R$ 47,90
    Série: As Crônicas Saxônicas: O Último Reino R$ 42,90, O Cavaleiro da Morte R$ 42,90, Os Senhores do Norte R$ 39,90, A Canção da Espada R$ 39,90
              

    Para ver e brincar

    de Solange Fonzar

    Além de didático, livro também é diversão. Confira alguns títulos infantis para presentear o seu filhão*

     *Este post foi publicado originalmente no MSN ONNE - estilo de vida

     

    Foto ilustrativa

    Um livro nas mãos de uma criança é um passaporte para um mundo de fantasia e descobertas. O interesse pela leitura pode ser estimulado antes mesmo da alfabetização, e quanto maior o contato com os livros maiores as chances de desenvolver o hábito da leitura com o passar dos anos. Livros podem ser brinquedos, afinal, as brincadeiras não feitas só de carrinhos e bonecas. Podem ser fonte de jogos, desafios e muitas horas de entretenimento. Ensinam, divertem e são um sucesso entre os pequenos.
    Você pode complementar e participar ainda com brincadeiras usando as figuras contidas nos livros, imitar os sons dos animais, ajudar a inventar estórias, fazer teatro, inventar outros finais, brincar de detetive procurando todas as figuras que começam com uma determinada letra ou tenham uma determinada cor. 
        
    Seguem algumas sugestões de livros brinquedos para os pequenos:
        

    O Cachorrinho Guga
    Autor: Zastras
    Editora: Nobel
    Preço: 12,00
    Um maravilhoso livro de colorir com mais de 100 adesivos que colam e descolam quantas vezes você quiser! Divirta-se com as aventuras dos animais da fazenda, brincando de colorir e colar! Esta coleção vai garantir momentos de muita diversão e aprendizado. Simples e divertido!
        

    Colorir e Recortar
    Autor: Equipe Susaeta
    Editora: Girassol
    Preço: 12,90
    As crianças vão adorar os dois livros desta coleção! Em cada página há um desenho para colorir e depois recortar com a tesourinha sem pontas que acompanha os livrinhos. Todos vão se divertir de montão!
        

    Beatriz a Fada Aprendiz
    Autor: Emma Thomson
    Editora: DCL
    Preço: 59,90
    Beatriz convida você a conhecer sua fantástica casa encantada! Entre e encontre dez cômodos maravilhosos, cheios de surpresas mágicas que surgem a cada janelinha aberta ou aba puxada. Leia a historinha, brinque com as fadinhas e descubra desejos secretos.
        

    Magos
    Autor: Priddy Books
    Editora: DCL
    Preço: 49,90
    Com as atividades no livro-brinquedo, a criançada viaja pelo mundo dos magos. E aproveitam para virar um, brincando com o tabuleiro de jogos e encenando histórias com as personagens.
        

    Angelina Bailarina
    Autor: Katharine Holabird, Helen Craig
    Editora: Caramelo
    Preço: 59,90
    É hora do espetáculo! Divirta-se com os preparativos da adorável ratinha Angelina Bailarina para a grande apresentação do Balé Real da Ratolândia. Levante as abas, puxe as tiras e movimente as cenas para trocar as roupas de Angelina, mudar os cenários e preparar o palco para a grande apresentação real. Depois, o livro se transforma, como num passe de mágica, em um teatro em 3D, para você brincar como quiser. Então é só subir as cortinas, apertar o botão para a música tocar e fazer Angelina dar lindas piruetas sobre o palco! Bravo, Angelina!
        

    Dragões
    Autor: Zastras
    Editora: Nobel
    Preço: 12,00
    Ilustrado com lindos desenhos e cheio de atividades incríveis, este livrinho explora o mundo encantado dos dragões e introduz novo vocabulário por meio de caça-palavras e outras atividades divertidas. São quebra-cabeças, atividades passo a passo, desenhos para destacar e montar, jogos, receita de um dragão de queijo, instruções para montar uma janela de dragão e muitas outras surpresas! A nova coleção da Zastras é composta dos livros Piratas, Dragões e Dinossauros